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sábado, 1 de fevereiro de 2014

"H ou h" ou "h e H"

... o problema não esta no (“H” ou no “h”) ou no (“h” e no “H”) toda palavra que se aplica a letra “H” ou “h”, pode ser escrita com “h” ou “H”, em qualquer condição, qualquer redação com o devido respeito às regras gramaticais, em qualquer tipo de papel: (sulfite ou sufite), couche, vergê, papel de pão, no chão, no muro, na pele, no coração.
... o problema esta em: “agir como um imbecil” ou “ser um imbecil”!


Hannaell Mendes
31/01/2014 – 21h28min

quarta-feira, 29 de janeiro de 2014

MOMENTO "BRUXO":

Cuidado com as desculpas;
de passatempo malicioso logo se tornam um vício,
senão contidas, em pouco tempo hão de transformá-lo num mentiroso compulsivo.
... Depois nem divã, nem tarja preta;

* * *

Minha intuição (percepção) ou percepção (intuição),
"anda" mais afiada que espada samurai,
por tanto pense bem antes de contar-me uma mentirinha, ou
falar sobre minha pessoa (seja bem ou mal) para quem quer que seja...

“... Minha mãe pensou em mim o telefone dela tocou, atendeu era eu. Meu telefone tocou, atendi era ela...“
Perguntou-me: O que foi de tão importante pra me ligar a essa hora da noite filho, eu disse: o que houve pra senhora me ligar a essa hora da noite, mãe?...
Conversamos longamente: Eu disse a ela as coisas que ela iria me dizer ontem e ela me disse coisas que eu só diria á ela na próxima semana. - Copiou?


Hannaell Mendes

28/01/2014 – 15h00mim

COMUNICABILIDADE ARTÍSTICA

                 A Comunicabilidade de uma obra não se faz apenas com palavras (textuais ou verbais).

            A base da criação não esta no entendimento da obra e sim nas sensações que leva o “artista” criador a tirá-la da mente e torná-la tangível ou simplesmente discorrer diante de nossos olhos; a nós cabe a humildade, paz de espírito e a paciência para encontrar em si a sensibilidade do entendimento da obra (cada um a sua maneira).
       Nenhuma obra, nenhum artista se comunica se o expectador não estiver pré-disposto a comunicabilidade; Esta obrigação não é do artista, nem da obra. O dialogo ou comunicabilidade artística se estabelece a partir da tríplice pré-disposição: artista, obra e expectador.


Hannaell Mendes
25/01/2014 – 16h00min

quinta-feira, 23 de janeiro de 2014

EU FIZ, EU SOU; EU FÚI, EU VOU...

     Hoje 23 de janeiro de 2014; 10h04min. 43 anos, 4 meses, 4 dias, 10h04min!
     Considerando as perspectivas de vida familiar (80 a 98 anos) estou próximo do meio de minha existência. Nesta trajetória obtive derrotas e algumas vitórias (não vivi de forma padronizada, às vezes deixei a emoção sobrepor-se a razão em outras a razão dominar a emoção, vice e versa); ganhei o suficiente pra chegar até aqui, as vitórias me permitiram alguns momentos inesquecíveis de euforia, alegrias e prazeres, mas foram com as derrotas, as dores, as cicatrizes que elas me causaram que mais aprendi, me fortaleci e tornei um pouco mais humano.

     De hoje em diante:
     ... quero esquecer mais vezes o guarda chuvas;
     ... tomar banhos de mangueira;
     ... andar mais descalço e,
     levar meus pais para conhecer o mar! 

     A partir de hoje:
     ... quero aprender menos!
     ... aposentar-me aos 90 anos e morrer entre os 94 e 98 com um suave sorriso nos lábios; todas as cicatrizes que a vida tenham me reservado, mas aquela sensação de que:
     Eu fiz;
     Eu sou;
     Eu fui;
     Eu vou... Feliz!

 

Hannaell Mendes
23/01/2014 – 10h04min

quarta-feira, 18 de dezembro de 2013

E AI COMO VAI SER?

É tão fútil e egocêntrica a forma como as pessoas velam e cuidam da vida alheia!
Não confio e nem sou a favor de leis que protegem grupos, coletivos de classes, filosofias, credos, raças e afins...
Confiaria e apoiaria uma lei clara, consistente e eficaz que protegesse e defendesse a natureza em todas suas fontes (vegetais, minerais, sólidos, líquidos, gasosos e mais o cacete).
Uma lei que protegesse e defendesse a vida e os direitos dos animais.
Uma lei que protegesse e defendesse a vida e os direitos dos seres humanos.
Uma lei que exigisse que todos os seres humanos cumprissem seus deveres...
Porque a vida alheia incomoda tanto os indivíduos em suas particularidades?
Porque não podem ser eles mesmos vivendo suas vidas?
Porque todos precisam ser advogados, juízes, cientistas, médicos, filósofos e doutores de tudo?
Como disse, não confio e não gosto das leis como são, mas se são e suas aplicações foram tomadas conforme regem seus artigos, parágrafos, adendos e mais o cacete; pronto ta feito. Desaprovo e não compactuo com nenhum tipo de crime (primário, secundário..., leve, grave, hediondo), contra a natureza, animais e seres humanos.
Se a ação do individuo feriu a lei; e o sujeito foi detido, investigado, submetido a julgo, julgado, condenado e cumprido sua sentença, pronto não? Mania idiota, fútil e egocêntrica de continuarmos a julgar e condenar! Cacete a lei disse 5, 10, 15, 20 anos de pena, a pena foi cumprida que importa que agora o sujeito seja um pastor, padre ou policial?
Se encontrarmos a cura para AIDS?
Como vamos tratar os “EX-PORTADORES”?
Me pego muitas vezes interrogando diversos sábios, gênios da humanidade, investigando suas literaturas, teorias e obras; e o curioso de tudo isso é que se fosse possível reunir todos em uma convenção e a pergunta fosse apenas uma: “O que falta para o ser humano ser feliz e viver em paz?”
Penso: A resposta seria única, redundantemente unânime. 

 

Hannaell Mendes
18/12/2013 – 12h39min

quinta-feira, 12 de dezembro de 2013

– ÁCIDO E AZEDO (frases ao relento)


v  Quando estou assim, assim; vou ao açougue e compro uma latinha, quando ela acaba vou lá e compro outra, depois volto e compro a terceira, nunca consigo comprar a quarta. O açougue fecha! 

v  Já fiz musica, já fiz poesia, já escrevi peça de teatro, mas nunca editei um livre apesar ter escrito mais de um. Sou sincero, sou ator, mas muitos que pensam que me conhecem me julgam ser um impostor. 

v  Não freqüentei a universidade, mas falo fácil, minha redação é um tanto coloquial; em certos assuntos deixo no chinelo capciosos PHDs. Tomo as minhas, mas não perco a linha. 

v  A morte é fato: Chega para todos a “gosto” ou a “contra gosto”, porem “matar” é questão de escolha. Eu lhe digo não se trata de uma profecia: Seu tesão é matar eu apenas conto seus crimes. 

v  O ser humano se preocupa tanto com direitos que até criou-se disciplinas, teoremas e universidades para se ensinar e defender direitos. Tamanha preocupação leva-os a esquecerem dos deveres. Penso que deveria criar uma universidade para contextualizar, ensinar a tomarem vergonha na cara. 

v  Bem aventurados os psicólogos e analistas o mercado de trabalho esta farto, o ser humano esta em colapso... 

v  Por traz de uma história sempre há no mínimo mais uma história, portanto antes de esbofetear alguém pense, pesquise, busque por outras histórias só depois tome uma decisão, sempre há uma forma ética e coerente de agir. 

v  Você nunca vai encontrar alguém melhor, mas quando pensar que encontrou a felicidade, vai bater lá dentro, bem no fundo uma dor tão infernal que vai se lembrar de quem você desprezou. 

v  Pra ser sincero em toda uma vida só tive um amigo verdadeiro e ele me traiu. 

v  Vida – viver é bem mais simples que essa avalanche de paranóias. 

                Sou assim desse jeito escrevo fácil pra ser entendido, metamorfoseio eventualmente. Invento histórias só pra meter a mão na sua cara. Minhas metáforas são simples, fáceis de decifrar.

 

Hannaell Mendes
07/12/2013 – 21h30min