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terça-feira, 20 de maio de 2014

BIG BANG, ou Esquizofrenia metafórica

Será que sou normal?
Um psicólogo, por favor!
 
Sinto-me comum, faço meu trabalho, sou artista caminho pelas ruas, cumprimento as pessoas bonitas, feias, gordas, magras, novas, velhas, sorridentes, esquisitas, medonhas, essas duas ultimas só se me cumprimentarem primeiro. Creio que deve haver um deus, sim, claro que sim, não é possível tanta beleza, tanta grandeza, tanta maldade ter surgido do nada. Um bum. Bum? Se explodiu, alguma coisa havia para explodir, e se explodiu alguém criou, programou para explodir no tempo certo, se foi fora do tempo, algum idiota apertou o botão antes da hora. Não me importa se há um inferno, se existe um lugar lindo, um paraíso para onde irão os eleitos (céu). Eu cumprimento as pessoas, eu respeito às pessoas, penso do meu jeito, mas respeito quem pensa diferente, não vou à igreja alguma, mas quero ir pra esse tal céu, não penso que só irão pra lá as pessoas que pensam e vivem como eu, também não creio que nenhuma não vá. Bem que poderia ser eu, se apenas uma for à eleita, mas não acho justo só eu ir para esse tal inferno caso ele exista, a solidão me deprime. Não acho, nem quero que todos os outros que vão as igrejas e pensa diferente, vá para o inferno. Mas só eles irem para o céu é sacanagem! Muitos deles não me cumprimentam quando cruzam comigo nas ruas, alguns até fogem de mim, outros dizem que sou impuro, me ignoram, a mim e a todos que não pensam como eles, não freqüentam suas igrejas, aleluia, aleluia, amem. Assim como as crianças e jovens são o futuro do mundo, ai meu deus tende piedade de nós. Dizem que o final do mundo esta próximo. Alguns dizem que a terra há de se abrir e sugar quem não cumprimenta as pessoas nas ruas e não vão às igrejas. Serão todos consumidos por labaredas gigantes. Ouvi dizer também que é o céu que há de se abrir e o deus das igrejas, montado numa nuvem gigante igual a do Goku, atravessará o céu de norte a sul, de leste a oeste, do Oiapoque ao Chuí, empunhando uma espada de fogo cortando a cabeça dos hereges; segundo eles, os que freqüentam as igrejas e não me cumprimenta nas ruas, hereges são todos os que não vão as suas igrejas, mesmo que cumprimentem as pessoas nas ruas. Bem mais faz tanto tempo que ouço que a juventude é o futuro do mundo e que o mundo há de se acabar! Minha vó me disse certa vez que um anjo vindo do céu, amigo do Goku, quer dizer de deus, disse: 1000 passarás, porem 2000 não chegarás, disseram também quem tudo se acabaria em 12/12/2012 e já estamos em 2014, alguma coisa deu errado. Gosto de beijar na boca, quando estou sozinho eu rezo, rezo em qualquer lugar. Na passagem de 1999 para 2000 e em 12/12/2012 fiquei olhando pro céu.

Hannaell Mendes
20/05/2014 – 10h55min

sábado, 3 de maio de 2014

EU ADORO FUTEBOL

 

                É! É MUITO BACANA DE SE VER!
                Portanto quero falar as torcidas do Corinthians, São Paulo, Flamengo, Santos, Fluminense, Grêmio, palmeirais, alias, todas as torcidas brasileiras.
                Se somos capazes de nos unir e provocar uma avalanche de força, fé, pensamentos positivos e gastos em função de nossos times do coração, porque não somos capazes de provocar uma avalanche, um revês total, atirarmos uma bomba “atômica” sobre a miséria que assola nosso pais, que destrói a infância de nossas crianças, que atrasa e emperra a educação de nossos filhos, maltrata nossos enfermos, que humilha e extermina nossos idosos?
                Se somos capazes de nos unir para comemorar, extravasar... alguns para agredir, destruir e até matar; porque não somos capazes de nos unir para mudar o rumo do nosso pais?
                Se somos capazes porque não damos o exemplo? Porque não damos uma lição, um basta na má vontade e a falta de caráter dos políticos corruptos, dessa tal classe capitalista dominante que dilapida e exploram nossas fontes?
                Se os políticos que estão no poder, se os capitalistas que detém o poder não têm coragem de fazer, porque não façamos nós?
                Seria muito fácil darmos um tapa na cara desse bando “de filhos da puta” que dominam e nos exploram. Se o governo não tem competência para acabar com a miséria, falta de saúde, educação, moradia entre outras, façamos nós!
                Seria simples: Criemos uma entidade, uma única, de abrangência nacional (cuja administração fosse por pessoas serias regidas por assembléias gerais de massiva nacional), e por uma rodada da copa do mundo, duas rodadas de cada campeonato nacional e estadual, invés de irmos aos estádios, recolhermos as quantias que gastaríamos com ingressos, transporte e alimentação; lançarmos na conta dessa entidade. E direcionássemos esses recursos para acabar com a fome, a falta de moradia, complementar o que falta para educação, aos hospitais, a mobilidade... Repetíssemos essa ação anualmente nos mesmos moldes, tenho certeza que no máximo em quatro anos acabaremos não só com a situação calamitosa que se encontram esses peculiares itens citados, como também exterminaríamos essa raça de políticos corruptos, desgraçados e esses capitalistas malditos que nos fadigam.
                Parece utópico?
                Parece coisa de comunista?
                Não! Não é não meus caros.
                Isso é totalmente possível, basta deixarmos de sermos todos como esses mesmo “filhos da puta” que todos nos abominamos, mas não fazemos nada para combatê-los.
                Ah! Dramatizei em demasia? Não meus “queridos” talvez sejamos mesmo quase todos... iguais a eles.
                Se somos capazes de encher estádios, gastar pequenas fortunas para ver nossos times do coração jogar, porque não temos coragem de inventar, e tentar alguma coisa para provarmos que realmente somos uma nação?

  

Hannaell Mendes (com diarréia mental, sonhando acordado)
03/05/2014 – 10h36min

sábado, 1 de fevereiro de 2014

"H ou h" ou "h e H"

... o problema não esta no (“H” ou no “h”) ou no (“h” e no “H”) toda palavra que se aplica a letra “H” ou “h”, pode ser escrita com “h” ou “H”, em qualquer condição, qualquer redação com o devido respeito às regras gramaticais, em qualquer tipo de papel: (sulfite ou sufite), couche, vergê, papel de pão, no chão, no muro, na pele, no coração.
... o problema esta em: “agir como um imbecil” ou “ser um imbecil”!


Hannaell Mendes
31/01/2014 – 21h28min

quarta-feira, 29 de janeiro de 2014

MOMENTO "BRUXO":

Cuidado com as desculpas;
de passatempo malicioso logo se tornam um vício,
senão contidas, em pouco tempo hão de transformá-lo num mentiroso compulsivo.
... Depois nem divã, nem tarja preta;

* * *

Minha intuição (percepção) ou percepção (intuição),
"anda" mais afiada que espada samurai,
por tanto pense bem antes de contar-me uma mentirinha, ou
falar sobre minha pessoa (seja bem ou mal) para quem quer que seja...

“... Minha mãe pensou em mim o telefone dela tocou, atendeu era eu. Meu telefone tocou, atendi era ela...“
Perguntou-me: O que foi de tão importante pra me ligar a essa hora da noite filho, eu disse: o que houve pra senhora me ligar a essa hora da noite, mãe?...
Conversamos longamente: Eu disse a ela as coisas que ela iria me dizer ontem e ela me disse coisas que eu só diria á ela na próxima semana. - Copiou?


Hannaell Mendes

28/01/2014 – 15h00mim

COMUNICABILIDADE ARTÍSTICA

                 A Comunicabilidade de uma obra não se faz apenas com palavras (textuais ou verbais).

            A base da criação não esta no entendimento da obra e sim nas sensações que leva o “artista” criador a tirá-la da mente e torná-la tangível ou simplesmente discorrer diante de nossos olhos; a nós cabe a humildade, paz de espírito e a paciência para encontrar em si a sensibilidade do entendimento da obra (cada um a sua maneira).
       Nenhuma obra, nenhum artista se comunica se o expectador não estiver pré-disposto a comunicabilidade; Esta obrigação não é do artista, nem da obra. O dialogo ou comunicabilidade artística se estabelece a partir da tríplice pré-disposição: artista, obra e expectador.


Hannaell Mendes
25/01/2014 – 16h00min

quinta-feira, 23 de janeiro de 2014

EU FIZ, EU SOU; EU FÚI, EU VOU...

     Hoje 23 de janeiro de 2014; 10h04min. 43 anos, 4 meses, 4 dias, 10h04min!
     Considerando as perspectivas de vida familiar (80 a 98 anos) estou próximo do meio de minha existência. Nesta trajetória obtive derrotas e algumas vitórias (não vivi de forma padronizada, às vezes deixei a emoção sobrepor-se a razão em outras a razão dominar a emoção, vice e versa); ganhei o suficiente pra chegar até aqui, as vitórias me permitiram alguns momentos inesquecíveis de euforia, alegrias e prazeres, mas foram com as derrotas, as dores, as cicatrizes que elas me causaram que mais aprendi, me fortaleci e tornei um pouco mais humano.

     De hoje em diante:
     ... quero esquecer mais vezes o guarda chuvas;
     ... tomar banhos de mangueira;
     ... andar mais descalço e,
     levar meus pais para conhecer o mar! 

     A partir de hoje:
     ... quero aprender menos!
     ... aposentar-me aos 90 anos e morrer entre os 94 e 98 com um suave sorriso nos lábios; todas as cicatrizes que a vida tenham me reservado, mas aquela sensação de que:
     Eu fiz;
     Eu sou;
     Eu fui;
     Eu vou... Feliz!

 

Hannaell Mendes
23/01/2014 – 10h04min