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sábado, 16 de março de 2013

Gene/óh... Lógica

Diz o ditado que o ditado é ditado...
Diz à lenda que a lenda é uma lenda...
Diz à ciência que a ciência é cientifica...
Diz o cientista que é ciente que a ciência,
cientificamente falando é cientifica...
Diz a historia que a historia é uma historia...
O avião voa...
O pássaro “avoa” (dizia minha avó, Meu avô também dizia, mais que AVOAR era minha avó flutuando)
Quem voa é feliz...
Mas se cair vai doer...
De avião então pode até morrer...
Será muita sorte se sobreviver...
O pato não faz quem, quem...
A galinha cocorico...
O pintinho faz piu...
Piu é preto, a Miuki é oriental, ambos se casaram amando-se intensamente, a filha deles é linda, aos sábados e domingo acompanhada do marido levam o neto pra visitar os avôs...
  
Hannaell Mendes
16/03/2013 – 13h31min

SE...

Se fosse fácil lavar, não precisaria de lavadeira...
Se fosse fácil passar, não precisaria de passadeira...
Se fosse fácil arrumar, não precisaria de arrumadeira...
Se fosse fácil cozinhar, não precisaria de cozinheira...
Ninguém comeria em restaurantes!
 
 
Se fosse fácil, não haveria prestação de serviços...
se fosse facil varrer ruas, o proprio prefeito poderia fazer...
 
Se fosse fácil ser artista, para mim não teria graça...
Se fosse fácil ser homem, eu seria um hipopótamo...
Se fosse fácil cantar, eu seria um canário...
Se fosse fácil fotografar, eu seria um espelho...
Se fosse fácil escrever, eu empinaria uma pipa...
 
 
Se fosse fácil administrar, eu procuraria algo mais complexo pra fazer.
 
 
Se fosse fácil eu mesmo faria...
O faria deixaria pra depois...
O agora alguém já teria feito...
Tudo certo, nada resolvido...
 
 
 
Hannaell Mendes
16/03/2013 – 10h45min

 
Ps: E ainda vão me perguntar... Qual é a moral da história?

sábado, 9 de março de 2013

A “moral” explicita e imposta, nada mais é que um subterfúgio para ocultar a “imoralidade” daquele que impõe.
Todo ser possui em latência porcentagens idênticas de “moral e imoralidade”, ”humanidade e animalidade”, “domínio e submissão”, potencialidades idênticas de amar e odiar.
E a cada um... Conferido o livre-arbítrio.
(Vá, faça o que tu queres, mas jamais esqueça que há uma Lei Universal)
 
Hannaell Mendes
09/03/2013 – 13h05min

sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013

Não!

Para cada 4 “SIM”, diga pelo menos 1 “NÃO”.
O “sim” usado em demasia fragiliza o ser humano
de tal forma que ao 1º “NÃO” recebido, estilhaça-se
como um cristal lançado ao Chão.
Dizer não, também é um ato de generosidade.
 
***
 
O verdadeiro amigo não se apresenta enquanto te afaga e lhe enxuga as lagrimas,
Mas sim quando você lhe diz não!
 
Hannaell Mendes
22/02/2013 – 15h06min

quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

COMENTARIOS

            Porra meu! (é assim mesmo que eu deveria começar, mas como já adquiri certo nível de cordialidade apenas penso)
            Estava lá no meu canto tranqüilo, de boa mesmo, tinha outros planos, outras metas, objetivos (é proposital o uso da redundância), estava em paz.
            Você me aparece:
            Oi, e ai o que esta fazendo?
            Planejando uma vida (foi minha resposta).
            Entusiasmada, efusiva, impaciente e precipitada (como sempre).
            Me inclui?
            Oi?
            É me inclui nessa sua vida?
            Não é o momento (minha segunda resposta).
            Poxa vida, eu estou precisando, quer dizer nós precisamos (completou com outra pergunta quase chantagistica)
            Cadê aquele amor doido que me confessará?
            (quase ausente tentando demonstrar frieza) Esta aqui guardado dentro de mim pronto para exaltar-se, mas no momento certo, ainda falta-nos preparo (respondi assim pela terceira vez, de forma cortês para não ofende-la).
            (insistente) Há quanto tempo não nos encontramos? (não perdeu a mania de fazer perguntas)
            Como pode dizer que não estou preparada?
            Hã?
            Estou mais que pronta, vai me inclui?
            Vai me dizer que você não quer?
            Não esta com saudades?
            (inesperadamente, clamo. Meu Deus, e imprimo mais uma vez cordialmente) Eu disse que não estamos prontos. Nós, ambos, entende?
            Entendo claro, claro que sim, mas isso é bobagem. Eu preciso de você, já temos permissão agora é com a gente, vamos deixa de ser metódico.
            Metódico, eu? (é assim mesmo que se intitulam quem é cauteloso).
            Me inclui, vai? (o meu ponto fraco é esse, não resisto há um desafio por mais prudente que sou, alguns até me classificam com altruísta).
            (reticente, mas com o “coração” quase saltando de mim, o monstro estava despertando)  “Uma eternidade de diálogos e preparativos!” (despedidas).
            (disse-lhe) Bem, então está combinado parto em alguns meses. (quase não conseguia conter-se dentro de si mesma).
            Então ta, eu vou só terminar de organizar mais algumas coisas por aqui e a gente se encontra lá, fica bem. Eu Te Amo (gritou bem alto), vai da tudo certo (me abraçou fortemente e uma espécie de lágrima correu pelo seu rosto).
            Só você me entende como tem de ser, desculpa por tudo fica tranqüilo dessa vez vamos conseguir, vai com Deus, boa viagem, vê se não vai se esconder, fugir de mim.
            (na hora da despedida final não estava presente, atrasou, havia ido fazer algo mais importante, sabe como é! Primeira pisada na bola). Fiquei espiando pela janela, mas não estava lá. (depois me mandou noticias pediu desculpas essas coisas todas)
            É!
            Mas eu já havia desembarcado.
            Pronto!
            (tic, TAC – TAC, tic... tic, TAC)
            Ola tudo bem?
            Tudo.
            Muito prazer.
            Todo meu!
            (foi assim que aconteceu quando nos reencontramos)
            E ai?
            E ai!
            É...
            Blá, blá, blá...             (eu me recordo de quase tudo que foi combinado, mas quanto a ela não tenho muita certeza. Às vezes parece que sim outras que não, bem só sei que sei, e saber me fazem crer que tudo pode se perder).
          Porra meu!
 
 
 
Hannaell Mendes
29/01/2013 – 17h35min

REDUNDÂNCIA

Esta tudo indo muito devagar...
Mas eu sou teimoso...
Não desisto...
Persisto...
Invento e reinvento...
Conserto e mudo a direção
Troco o foco sem desistir do objetivo...
Procuro outro ângulo...
Busco um jeito que ainda não tentei...
Repito um que já usei e não deu certo...
Cometo gafes, pratico a redundância...
NÃO DESISTO MESMO.
Tenho fé eu vou atingir os meus objetivos.
 

Hannaell Mendes
30/01/2013 – 20h09min

sábado, 19 de janeiro de 2013

SEM MEDO

            Eu só queria um momento a sós com você, sentar numa pedra bem alta a beira do mar. Não importa se dia ou noite, sol ou chuva. Só nós dois ali, o silencio violado apenas pelo som das ondas quebrando nas pedras e pelo gorjear de um ou outro pássaro atrevido a voar.
            Depois de muito tempo a fitar o horizonte perder o medo do “sim” e do “não” tocar suave suas mãos e quando virar-se roubar-te um beijo sorrindo, já sem medo envolver-te nos meus braços mesmo sem sua permissão, para não quebrar o silencio cochichar-te nos ouvidos todo meu amor escondidos nas entrelinhas dos poemas que te dei.
            Sem se importar mais com a resposta sentir o coração acelerar, o corpo aquecer-se repentinamente, os olhos aflitos, mas sem medo, sem medo.
            E depois da resposta, não importa qual seja beijar-te novamente, consentido ou roubado e voltar para casa, abraçados de mãos dadas ou calados.
           Mas livre e sem medo!
           Sem medo.
 

Hannaell Mendes
19/01/2013 – 12h19min