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quinta-feira, 26 de setembro de 2013

Cada qual

Cada qual expressa as suas maneiras eu tenho varias e uma delas é “VAI PRA PUTA QUE PARIU!”
Veremos então se alguém consegue compreender!
“... para amar é preciso aprender a gostar e desgostar na velocidade que gira os ponteiros de um relógio (tempo)”... tic tac “eu gosto de você” tic “eu te odeio” tac “eu te amo” tic “me desculpe estou em outra” tac “espera” tic “vai embora” tac “fica? Eu gosto de você.” Tic “me abraça” tac “não me toque” tic “me deixa” tac “me beija” Tic tac tic tac...

#hannaellmendes

Títulos

SOMOS TÃO INTELIGENTES, POSSUÍMOS TANTOS TÍTULOS, O QUE IMPEDE A GENTE?

Técnicos; capacitados; habilitados; licenciados; pós-graduados; mestrados; doutorados; PhDs e mais o escambal... Aos quatro pontos cardeais ecoa-se “vivemos no pais das oportunidades” o pais das riquezas, um pais de povo solidário... Então será porque nossos “vizinhos-irmãos- conhecidos” filhos desse pais tão rico (cheio de adjetivos, predicados, sujeitos e substantivos), perambulam pelas ruas e vielas das cidades morrendo de fome e frio entorpecidos por drogas, entregues a violência, ao crime, à prostituição? Para que servem tantos títulos se não são capazes de solucionar este dilema?
Será que é porque somos apenas “humanos”? O significado de humanidade para mim vai alem das explicações dos dicionários, não consigo ver nada de humano diante de tanta apatia... O governo brasileiro agora esta preocupado com a espionagem do Obama, os mensaleiros daqui a pouco estarão livres e candidatos novamente e possivelmente reeleitos... E os títulos? Mais gente terá adquirido títulos, mais títulos terão sido criados. Mais gente estará nas ruas perambulando, morrendo de frio, fome, entorpecidos por drogas, entregues a violência, ao crime, à prostituição... E os títulos... O Pais das oportunidades ainda em construção, obras paradas, obras superfaturadas, obras, obras e títulos... Para que servem mesmo os títulos?


#hannaellmendes

ispia só!

Menin@s de Deus, eu me esforço para acreditar que o ser humano tem salvação. Dentro das minhas possibilidade não deixo de ser generoso, caridoso, paciente, amigo, companheiro, conselheiro (ajudo mesmo). “Mas ispia só esse "bixim" é de mais da conta tinhoso, sapatim perto o danado oia pra eu e grita rerpi, rerpi, rerpiiii, to la eu judano... mais cuando u tempo fecha pru meu lado us danidim bana, rapa fora, somi tudim... eita lê, de lêlê, rapais homi seu minio! tapega, só”.
 
(Hannaell Mendes)

As minhas ferem mais

Que tempos são estes, em que é necessário defender o óbvio? (Bertolt Brecht)
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Que continuemos a nos omitir da política é tudo o que os malfeitores da vida pública mais querem. (Bertolt Brecht)
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Todas as artes contribuem para a maior de todas as artes, a arte de viver. (Bertolt Brecht)

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Também sei copiar fases de efeito de grandes pensadores, mas ainda prefiro as minhas, elas chegam mais rápido, provocam mais, estranham mais, distanciam mais: ferem mais...
(Hannaell Mendes)

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Os bandidos safados, mau caráter, sem vergonha, ladrões, corruptos e até políticos, também têm mães, um dia foram crianças e trazem consigo lembranças das coisas boas e coisas difíceis dos tempos de crianças... (Hannaell Mendes)

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Aquele que tem boas idéias e não possui recursos para executá-las é um sonhador. Aquele que não as possui, mas tem condições de ajudar quem as tem realizá-las e não faz, não é apenas um covarde, mas sim um criminoso... (Hannaell Mendes)

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Aqui fazer ARTE é um crime...
Impedi-la de acontecer “é obra de arte” e obreiros deste naipe há debalde acampados nas bolsas escrotais do poder.
Aqui neste estado ditocratico é crime questionar e emitir opiniões por mais coerentes que sejam.
Aqui “prudente” é acatar barbáries do estado ditocratico instalado...
Aqui coisa seria sinceramente é ser obediente: bênça padrinho!
(Hannaell Mendes)

quinta-feira, 19 de setembro de 2013

black-out

(de costas para platéia, o personagem e um espelho, abre-se um fio luz, e a cena inicia o personagem diz) Hoje eu falaria sobre os embargos infringentes... Mas estou com ânsia de vômitos, palpitação, diarréia, febre, náuseas e algumas outras disfunções... (perdendo a compostura porem calmo, calmamente olhando; nos próprios olhos refletidos no espelho, sem alterações explicitas apenas uma carga cortante de sentimentos e sensações irrefutavelmente compreensível e perceptível) E muita vontade de pegar de pau “qualquer político, advogado, promotor, juiz ou ministro de justiça, que passar na minha frente”, arrebentar na porrada, chutar a cabeça de um desgraçado desses... deixá-lo mole no chão sangrando e se perguntando: o que foi, o que eu fiz? (virando-se para platéia, posicionando-se ao lado do espelho de forma que a platéia se veja refletida nele) Puta que pariu, Há (leve sorriso no canto da boca)... O que ele fez!? É o que o lazarento não fez. (pega o espelho suspende-o e caminha no procênio para direita, para esquerda e de volta ao centro; Interroga:) E vocês o que vão fazer? (a luz baixa lentamente – black-out – fecha-se as cortinas).


Hannaell Mendes
19/09/2013 - 11h e os minutos não lembro estava no sanitario vomitando

  
 

terça-feira, 23 de julho de 2013

LIBERDADE

Ser livre não é quebrar regras, isso se chama transgredir...
Ser livre não é fazer tudo que quer a hora que der na telha...
Ser livre não é dizer o que pensa sobre o que e tudo...
Ser livre não é impor aos outros os seus caprichos...
Ser livre não impor sua verdade; todo absolutismo um dia cai...

Ser livre é saber o que e à hora certa de fazer...
Ser livre é saber o que e à hora certa de falar...
Ser livre é estar atendo...
Ser livre é ser bem informado...
Ser livre é não ter vergonha de dizer, não sei...
Ser livre é não ter medo de dizer, não quero...
Ser livre é saber dizer não insista, mas...
Ser livre é pedir, por favor...
Ser livre é dizer com licença...
Ser livre é ter caráter...
Ser livre é ter educação...

Os antigos dizem que educação e gentileza vêm de berço.
- concordo!
Mas também acredito que se perde nas ruas...

 

Hannaell Mendes
23/07/2013 – 17h58min

segunda-feira, 22 de julho de 2013

TRAGÉDIAS PATERNAIS


·         A primeira grande tragédia de um pai é perceber depois muito tempo de vida, que foi para seu filho o pai que todos os filhos gostariam ter.

·         A segunda tragédia ainda mais terrível que a primeira é perceber que cometeu um equivoco, deveria ter sido o pai que todo filho precisa ter.

·         A terceira tragédia seguindo a incomoda crescente é perceber que sendo um pai que todo filho gostaria ter é simplesmente contribuir terrivelmente para geração de netos insuficientemente incapazes de serem os netos que todos avós precisam.

·         A quarta e derradeira tragédia é conviver com consciência de que por ter agido de tal forma contribuirá para decadência de no mínimo quatro gerações futuras.

 

                Hannaell Mendes
                22/07/2013 – 14h12min